No, love won't tear us apart.
Não é papel do amor este de esfacelar-nos.
O amor entende de querer bem, de afinidades, crescimentos, respeito, encontros e reencontros.
É uma outra matéria esta que por vezes corrói ou esfacela. Ela, tenho buscado reconhecer e combater, dentro e fora - não me acrescenta, chama medo e aflição. Angustia.
Vou buscand meu espaço e meu caminho, respeitando e honrando o(s) amor(es) que tenho. Protegendo - a eles, a mim - dos tremores mesquinhos.
Vou seguir tentando encontrar o espaço de paz, dentro, fora. O espaço em que possa cuidar e admirar, respeitar e reconhecer.
Sem dilacerar-mo-nos.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Terça-feira, 29 de março de 2011
E olhar estrelas e nebulosas me faz pensar em você.
/* Não sei bem se devo continuar fazendo isso... */
/* Não sei bem se devo continuar fazendo isso... */
segunda-feira, 28 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Quarta-feira, 2 de março de 2011
Eu sinto muito, mas não quero mais pensar em ti enquanto pensas em outra pessoa...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.
Mas a outra metade é saudade.
O. M.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Oi, você é o meu melhor amigo.
Tá, na prática, neste momento, fica meio difícil qualificar desse modo.
Entretanto, ainda sinto assim.
E fico preenchendo os dias de mil e uma coisas, e evitando ficar em casa.
Pois a verdade é que as horas ficam bagunçadas quando a gente não se fala, sobrando um monte de minutos pelo dia, um monte de pormenores que de repente quero contar ou perguntar e não faz muito sentido falar a outras pessoas.
Porque és o meu melhor amigo. Aqui dentro, no peito, na cabeça e na outras partes que não sei nomear.
E nem deixamos de ter afinidade. Ou nos mudamos e refizemos a vida, nos envolvemos em outras atividades e perdemos contato.
Estamos no espaço de nossas escolhas.
Mas ainda és meu melhor amigo. E gosto de partilhar coisas contigo.
Tá, na prática, neste momento, fica meio difícil qualificar desse modo.
Entretanto, ainda sinto assim.
E fico preenchendo os dias de mil e uma coisas, e evitando ficar em casa.
Pois a verdade é que as horas ficam bagunçadas quando a gente não se fala, sobrando um monte de minutos pelo dia, um monte de pormenores que de repente quero contar ou perguntar e não faz muito sentido falar a outras pessoas.
Porque és o meu melhor amigo. Aqui dentro, no peito, na cabeça e na outras partes que não sei nomear.
E nem deixamos de ter afinidade. Ou nos mudamos e refizemos a vida, nos envolvemos em outras atividades e perdemos contato.
Estamos no espaço de nossas escolhas.
Mas ainda és meu melhor amigo. E gosto de partilhar coisas contigo.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Domingo, 20 de fevereiro de 2011
Tua proximidade mexe com meus sentidos.
Meu corpo se acende, e tem ímpetos de buscar-te. Um abraço, um cheiro, um afago, um beijo...
O peito quer se abrir, e quero admirar e sorrir, ser cuidados e carinhos.
Tua proximidade mexe comigo.
Compartilhar conversas e experiências e leituras e gostos e texturas.
Entrelaçar as mãos. A pele tem calor, toque, pulsar, energia.
As tuas mãos são as tuas mãos, tuas, tuas... Quero tocá-las. Quero tocar-te. Quero um abraço de aconchego, um abraço pleno.
Quer olhar tua boca e poder beijá-la.
Quero sorrir-te. Quero afagar teus cabelos e mergulhar fundo em teus cheiros.
Quero ser abraçada no escuro do cinema.
Quero me achegar a ti marota, porém serena.
Quero te chamar pra tomar sopa. Pra fazer comida. Pra provar pratos novos.
Quero dormir, descansar, acolhida e acolhendo teu corpo. Quero carinho de pé. Quero te ver brincando com os gatos. Quero que sejas mais presente em minha vida.
Quero muitas visitas tuas. Previstas ou não.
Quero ir à praia contigo. E ao cinema. E aos museus. E a cafés. Quero descobrir a cidade contigo. Quero sair por aí. Viajar. Ir a shows e teatros e comer temaki e comida japonesa. Quero fazer programas em família.
Quero te beijar em público.
Quero te sorrir pela manhã. (E de tarde, e de noite, e de madrugada...)
Meu corpo se acende, e tem ímpetos de buscar-te. Um abraço, um cheiro, um afago, um beijo...
O peito quer se abrir, e quero admirar e sorrir, ser cuidados e carinhos.
Tua proximidade mexe comigo.
Compartilhar conversas e experiências e leituras e gostos e texturas.
Entrelaçar as mãos. A pele tem calor, toque, pulsar, energia.
As tuas mãos são as tuas mãos, tuas, tuas... Quero tocá-las. Quero tocar-te. Quero um abraço de aconchego, um abraço pleno.
Quer olhar tua boca e poder beijá-la.
Quero sorrir-te. Quero afagar teus cabelos e mergulhar fundo em teus cheiros.
Quero ser abraçada no escuro do cinema.
Quero me achegar a ti marota, porém serena.
Quero te chamar pra tomar sopa. Pra fazer comida. Pra provar pratos novos.
Quero dormir, descansar, acolhida e acolhendo teu corpo. Quero carinho de pé. Quero te ver brincando com os gatos. Quero que sejas mais presente em minha vida.
Quero muitas visitas tuas. Previstas ou não.
Quero ir à praia contigo. E ao cinema. E aos museus. E a cafés. Quero descobrir a cidade contigo. Quero sair por aí. Viajar. Ir a shows e teatros e comer temaki e comida japonesa. Quero fazer programas em família.
Quero te beijar em público.
Quero te sorrir pela manhã. (E de tarde, e de noite, e de madrugada...)
sábado, 19 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
3 de janeiro de 2011 - 1
Vi céus claros e dias dourados
a imensidão azul do mar
Vi luas translúcidas em tardes claras
Atravessei portais
Senti o chão sob meus pés
Mergulhei de cabeça
Abri os braços
Descobri lugares
Olhei com novos olhos
Li histórias
Tive ideias
Registrei momentos
Encantei-me com a beleza e a poesia da vida
Deixei pegadas na areia da praia
Desejei a tua companhia
Escrevi cartas e desabafos
Sorri
Chorei
Carrego algo precioso comigo
e vivo entre protegê-lo
e levar-lhe para apreciar a beleza da vida
e admirar sua força.
a imensidão azul do mar
Vi luas translúcidas em tardes claras
Atravessei portais
Senti o chão sob meus pés
Mergulhei de cabeça
Abri os braços
Descobri lugares
Olhei com novos olhos
Li histórias
Tive ideias
Registrei momentos
Encantei-me com a beleza e a poesia da vida
Deixei pegadas na areia da praia
Desejei a tua companhia
Escrevi cartas e desabafos
Sorri
Chorei
Carrego algo precioso comigo
e vivo entre protegê-lo
e levar-lhe para apreciar a beleza da vida
e admirar sua força.
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